Sou hipócrita.
Não quero mais ser carregada pelo ciclo vicioso que suga a sociedade atual, estou ficando tonta.
Não estou criticando a sociedade, estou finalmente compreendendo e aceitando-a.
O tantra me atingiu em cheio, me trouxe as perguntas que eu não estava conseguindo elaborar. Elaborar sempre foi difícil pra mim, porque quando você elabora você se aprofunda.
E eu li sobre a sincronicidade depois dela ter se provado real a mim.
Aquele negócio de ver para crer... só que agora eu aprendi que é preciso crer pra ver.
As outras pessoas são apenas provocações, desafios colocados em sua vida para ajudá-lo a conhecer algo que sempre esteve dentro de você.
"E é isso o que acontece entre um Mestre e um discípulo. O Mestre pode se tornar um desafio para você manifestar aquilo que sempre esteve oculto em você. O Mestre não está lhe dando coisa alguma; ele não pode dar, não há nada para dar. E tudo o que pode ser dado não tem valor, pois será apenas uma coisa".
Preciso pensar nisso pra não pirar! Porque eu tô pirada na idéia de como sou possessiva!
Aceitar, é o passo número um.
Cacete, eu sou muito humana... dói pra caralho.
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Can you find my mind?
Estou com um aperto quase insuportável no peito.
É desesperador andar assim por aí...
Você vive quinta, sexta, sábado e domingo como se estivesse nas nuvens e de repente é arremessado sem dó nem piedade no chão cimentado da segunda-feira.
É justo?
É desesperador andar assim por aí...
Você vive quinta, sexta, sábado e domingo como se estivesse nas nuvens e de repente é arremessado sem dó nem piedade no chão cimentado da segunda-feira.
É justo?
terça-feira, 10 de março de 2009
Be a gypsy
Crio imagens, ilusões, amores.
Na maioria das vezes, eu faço bom uso das minhas invenções.
A do momento, por exemplo, é um nada que contém tudo.
Nada existe, mas pra mim esse nada é cheio de significados. Inventados, é claro.
I'm letting it be, ouvindo Eric Clapton, esperando pacientemente o momento certo chegar.
Ele vai chegar quando eu menos esperar, e normalmente eu espero demais de tudo.
Mas quer saber? Estou me sentindo mais viva. Tinha esquecido como era.
Oh my word, what does it mean?
Is it love or is it me
That makes me change so suddenly?
Looking out, feeling free.
Sit here lying in my bed,
Wondering what it was I said
That made me think I lost my head,
When I knew I lost my heart instead.
Won't you please read my signs, be a gypsy.
Tell me what I hope to find deep within me.
Because you can find my mind, please be with me.
Of all the better things I've heard,
Loving you has made the words
And all the rest seem so absurd,
'Cause in the end it all comes out, I'm sure.
(Please be with me - Eric Clapton)
Na maioria das vezes, eu faço bom uso das minhas invenções.
A do momento, por exemplo, é um nada que contém tudo.
Nada existe, mas pra mim esse nada é cheio de significados. Inventados, é claro.
I'm letting it be, ouvindo Eric Clapton, esperando pacientemente o momento certo chegar.
Ele vai chegar quando eu menos esperar, e normalmente eu espero demais de tudo.
Mas quer saber? Estou me sentindo mais viva. Tinha esquecido como era.
Oh my word, what does it mean?
Is it love or is it me
That makes me change so suddenly?
Looking out, feeling free.
Sit here lying in my bed,
Wondering what it was I said
That made me think I lost my head,
When I knew I lost my heart instead.
Won't you please read my signs, be a gypsy.
Tell me what I hope to find deep within me.
Because you can find my mind, please be with me.
Of all the better things I've heard,
Loving you has made the words
And all the rest seem so absurd,
'Cause in the end it all comes out, I'm sure.
(Please be with me - Eric Clapton)
sábado, 7 de março de 2009
Science Fiction/Double Feature
Fala, fala, fala.
Escreve, escreve, escreve.
Mas fazer que é bom, nada.
Estou completamente FARTA da minha carapuça. Cansei por completo.
Atingi o limite do meu limite; o ápice do restringimento; Quero sair do quadrado;
Eu fico puta quando penso na vida das outros.
Fico puta porque durante toda a minha vida, pensei que eu era diferente de todo mundo.
Seria ótimo se esse 'diferente' não significasse 'melhor'.
Baby, cansei de enxergar minhas potencialidades. Pior! Cansei de ser eu a ÚNICA a enxergar minhas potencialidades, porque não consigo mostrar meu verdadeiro EU pros outros.
PIOR! Não consigo SER o EU que considero verdadeiro.
Sei que parece complexo, queridas pessoas.
Me sinto sozinha no mundo com esses pensamentos.
Fico puta quando penso na vida dos outros, mais puta ainda quando penso na minha.
Que se dane todos os questionamentos e respostas, porque viver fluidamente é tão difícil pra mim?
Escreve, escreve, escreve.
Mas fazer que é bom, nada.
Estou completamente FARTA da minha carapuça. Cansei por completo.
Atingi o limite do meu limite; o ápice do restringimento; Quero sair do quadrado;
Eu fico puta quando penso na vida das outros.
Fico puta porque durante toda a minha vida, pensei que eu era diferente de todo mundo.
Seria ótimo se esse 'diferente' não significasse 'melhor'.
Baby, cansei de enxergar minhas potencialidades. Pior! Cansei de ser eu a ÚNICA a enxergar minhas potencialidades, porque não consigo mostrar meu verdadeiro EU pros outros.
PIOR! Não consigo SER o EU que considero verdadeiro.
Sei que parece complexo, queridas pessoas.
Me sinto sozinha no mundo com esses pensamentos.
Fico puta quando penso na vida dos outros, mais puta ainda quando penso na minha.
Que se dane todos os questionamentos e respostas, porque viver fluidamente é tão difícil pra mim?
sexta-feira, 6 de março de 2009
Queijo e Cebolas
A velha Sara atacou novamente.
Logo quando todas tinham pensado que estava tudo superado, que estavam inteiras, reunidas por uma boa causa, vem a bebê Sara choramingar e perguntar pela mamãe: "Mundo, você é demais pra mim".
E a jovem Sara, que perdeu o encanto pela vida muito precocemente admite: "Ou a realidade é muito dura pra mim, ou eu que sou muito dura para encarar a realidade".
É claro que tentei ajudá-las. Reuni as três para um bate-papo e uma coca-cola.
Comecei dizendo:
- Quando nos deparamos com nossas limitações, é normal nos assustarmos.
No fundo, todos achamos que somos super-heróis, imortais e invencíveis. Precisamos deste herói dentro de nós, para nos levar adiante. Mas temos que lembrar que aqui dentro, existe tudo.
O herói, o vilão, a mocinha, o mentor, o sábio, o corajoso e o covarde.
Um está mais em evidência que o outro, mas todos estão lá. Na hora de enfrentar uma limitação, um desses personagens vai entrar em ação. Vocês escolheram ser a mocinha. Sejam o herói.
No que a velha Sara respondeu por todas:
- Não é questão de escolha.
- Tudo é escolha
- Hoje, não queremos encarar essa situação, mas pelo menos entramos num consenso. Estamos inteiras escolhendo fugir. Ninguém quer ficar. Não hoje.
-É um avanço.
-Sabemos disso.
-Mas não adianta fugir.
- Nos responsabilizamos pela fuga
- Pior do que fugir de uma situação, é fugir da própria fuga.
- Exato.
Adoro aquelas meninas. Elas me surpreendem.
Espero que consigam fazer com que aquele vulcão de potencialidades entre em erupção profunda.
Infelizmente, tenho que me contentar em observar.
E admitir que a fuga não deixa de ser um caminho.
Logo quando todas tinham pensado que estava tudo superado, que estavam inteiras, reunidas por uma boa causa, vem a bebê Sara choramingar e perguntar pela mamãe: "Mundo, você é demais pra mim".
E a jovem Sara, que perdeu o encanto pela vida muito precocemente admite: "Ou a realidade é muito dura pra mim, ou eu que sou muito dura para encarar a realidade".
É claro que tentei ajudá-las. Reuni as três para um bate-papo e uma coca-cola.
Comecei dizendo:
- Quando nos deparamos com nossas limitações, é normal nos assustarmos.
No fundo, todos achamos que somos super-heróis, imortais e invencíveis. Precisamos deste herói dentro de nós, para nos levar adiante. Mas temos que lembrar que aqui dentro, existe tudo.
O herói, o vilão, a mocinha, o mentor, o sábio, o corajoso e o covarde.
Um está mais em evidência que o outro, mas todos estão lá. Na hora de enfrentar uma limitação, um desses personagens vai entrar em ação. Vocês escolheram ser a mocinha. Sejam o herói.
No que a velha Sara respondeu por todas:
- Não é questão de escolha.
- Tudo é escolha
- Hoje, não queremos encarar essa situação, mas pelo menos entramos num consenso. Estamos inteiras escolhendo fugir. Ninguém quer ficar. Não hoje.
-É um avanço.
-Sabemos disso.
-Mas não adianta fugir.
- Nos responsabilizamos pela fuga
- Pior do que fugir de uma situação, é fugir da própria fuga.
- Exato.
Adoro aquelas meninas. Elas me surpreendem.
Espero que consigam fazer com que aquele vulcão de potencialidades entre em erupção profunda.
Infelizmente, tenho que me contentar em observar.
E admitir que a fuga não deixa de ser um caminho.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
inspiração?
E aí eu vejo filmes, assisto peças de teatro, converso com meus pais, vivencio situações que dariam um filme, quero um abraço, viro uma monja tantrica-romântica, escuto pessoas, fico desconcertada, penso superficialmente, vomito e o gosto é de cerveja e amendoim, como mcfish, bebo coca-cola, vejo filmes e quero um abraço, assisto peças de teatro e quero um abraço, do John Cusack, do ator da peça, do Eric Clapton porque ele fazia parte da trilha da peça, Traição é o nome, quero ler a biografia dele, olho para as pessoas e penso que ninguém conhece ninguém, Dúvida, Traição, Cinema e Teatro, fé na vida, fé nas pessoas, fé em mim, fé na guitarra do Clapton, na melodia, no momento, na emoção.
é possível não se inspirar?
é possível não se inspirar?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Ah vai
Viver não pode ser tão difícil;
Chega a ser exaustivo você olhar pra dentro 24hrs por dia, tudo girando ao seu redor, enquanto você espera o reload completar 100%.
Chega a ser exaustivo, mas é um cansaço que compensa.
Porque nunca as coisas me pareceram tão reais, tão paupáveis, tão mundanas.
Ainda não comecei a sentir direito...
Eu senti uma vez e posso dizer que vale a pena.
Aconteceu em 2006 e foi a partir desse ano que eu comecei a contar minha vida.
Só tenho 3 anos de idade, minha gente!
É sério, o que aconteceu naquele ano conseguiu sacudir minha casca de uma maneira tão violenta que por alguns dias eu me senti completamente... vulnerável.
Me senti o Collor, sofrendo impeachment do meu próprio ser!
(se eu não tivesse citado o Collor a frase teria ficado profunda)
Quem poderia ter libertado os sentimentos de vez, trancou-os mais fundo ainda!
- Para o calabouço!!!!!
(bando de sentimentinho torturado, dias sem comer, sem dormir, sujos, esfarrapados)
até que eles deixaram de existir (kinda).
e passaram a pseudo-existir.
aí chegou o príncipe encantado e ele conseguiu libertá-los! Todos viveram felizes para sempre!!
ooops.
viu, é por isso que eu preciso me observar 24 hrs por dia, senão acabo caindo na mesma esparrela.
Chega a ser exaustivo você olhar pra dentro 24hrs por dia, tudo girando ao seu redor, enquanto você espera o reload completar 100%.
Chega a ser exaustivo, mas é um cansaço que compensa.
Porque nunca as coisas me pareceram tão reais, tão paupáveis, tão mundanas.
Ainda não comecei a sentir direito...
Eu senti uma vez e posso dizer que vale a pena.
Aconteceu em 2006 e foi a partir desse ano que eu comecei a contar minha vida.
Só tenho 3 anos de idade, minha gente!
É sério, o que aconteceu naquele ano conseguiu sacudir minha casca de uma maneira tão violenta que por alguns dias eu me senti completamente... vulnerável.
Me senti o Collor, sofrendo impeachment do meu próprio ser!
(se eu não tivesse citado o Collor a frase teria ficado profunda)
Quem poderia ter libertado os sentimentos de vez, trancou-os mais fundo ainda!
- Para o calabouço!!!!!
(bando de sentimentinho torturado, dias sem comer, sem dormir, sujos, esfarrapados)
até que eles deixaram de existir (kinda).
e passaram a pseudo-existir.
aí chegou o príncipe encantado e ele conseguiu libertá-los! Todos viveram felizes para sempre!!
ooops.
viu, é por isso que eu preciso me observar 24 hrs por dia, senão acabo caindo na mesma esparrela.
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